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CULTURA - 31/08/2016
Advogado Max Telesca lança a ficção '2038'
Foto: Divulgação/Metrópoles
O livro, que já lançado em Brasília, será lançado em Porto Alegre no sábado, dia 3
O livro, que já lançado em Brasília, será lançado em Porto Alegre no sábado, dia 3
O livro, que já lançado em Brasília, será lançado em Porto Alegre no sábado, dia 3

No ano de 2038, um país chamado Lisarb — Brasil ao contrário — alcança o crescimento econômico contínuo, tem um presidente com 90% de aprovação e encontra finalmente seu lugar entre as grandes potências. Sustentando esse progresso, porém, está o sistema de approach, um derivado do lobby que, antes considerado ilegal, passou a ser a regra.

2038
“Com a codificação do approach, toda a sociedade adquiriu o direito de levar vantagem em todos os negócios de seus semelhantes, e as máximas antigas ‘quanto vou levar nisso’ ou ‘o que ganho com isso?’ deixaram de ser hipocritamente vistas de modo pejorativo para se tornarem um modo correto e lícito de ganho” (trecho)

Nesse cenário, o advogado Canguçuense Max Telesca ambienta o romance “2038” (Editora Chiaco, 272 págs, R$ 35). É a primeira experiência de Telesca como autor de ficção a chegar ao público — ele tem um outro romance inédito, “Mortes Modernas”, que pretende lançar, “mas precisa passar por alguns ajustes”. O livro, que já lançado em Brasília, será lançado em Porto Alegre no sábado, dia 3.

Realidade e imaginação
Nos últimos 20 anos, a vida de Max Telesca gira em torno do direito. Nascido em uma família de advogados, ele formou-se em 1997, na Universidade Federal de Pelotas, e logo se mudou para Brasília. Aqui, especializou-se em tribunais superiores, processo civil e direito penal, ao mesmo tempo em que sobressaía pela atuação política na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Muito do que viveu, viu e ouviu no cotidiano deu ao autor base para escrever “2038”. “Sem dúvida, a realidade brasileira é o ponto de partida para a inspiração do autor. E nessa realidade política a corrupção é o tema central. Daí parte o fio do universo ficcional, que tem sua própria realidade”, afirma Max Telesca.

Admirador de escritores como Dostoiévski, Erico Veríssimo, Guimarães Rosa, Franz Kafka, Aldous Huxley e George Orwell, Telesca admite a influência desses dois últimos na criação do mundo distópico de “2038”. “Até reli as obras de Orwell”, conta.

Sempre tive necessidade de escrever coisas que não fossem jurídicas, sem o linguajar técnico. A arte é o que nos salva na vida, nós temos essa necessidade"

Max Telesca, advogado e escritor

Direito e literatura
Envolvido na rotina de pareceres e processos, Telesca conta que o processo de escrita de “2038” foi “extremamente difícil”. “A rotina da advocacia é minha vida, minha profissão. A realidade da advocacia é muito presente, me confundo com ela. É estafante, toma tempo”.

Por conta disso, metade do livro foi escrito em intervalos, momentos de lazer, no meio da noite, em fins de semana e até em viagens de avião. Quando sentiu que o trabalho devia ser concluído, o autor se recolheu por 15 dias em Pirenópolis e finalizou a segunda parte da história.

“2038” já está disponível para venda no site da livraria Cultura e, após o lançamento, poderá ser encontrado também no formato físico.

Com informações de Metrópoles.

  

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